Câncer de mama: tudo o que você precisa saber!

Compartilhe:

No mês de outubro, as atenções se voltam para uma campanha de extrema importância, o Outubro Rosa. O combate e prevenção do câncer de mama deve ser algo constante, pois é uma das doenças que mais atingem mulheres ao redor do mundo, mas a campanha veio para despertar a consciência de todos.

Com isso, conversamos com a Dra. Andrea Cubero, mastologista do Centro de Oncologia do ABC, a respeito das medidas, cuidados, mitos e verdades sobre o câncer de mama.

O PAPEL DO AUTOEXAME

Em relação ao autoexame e como ele pode ajudar a prevenir a doença, a Dra. Andrea comenta que a melhor nomenclatura seria o “autoconhecimento”. Conhecer suas mamas, realizando o autoexame (observando-se no espelho e se tocando) ajuda a detectar alguma possível alteração. Desta forma, a mulher fica mais alerta e pode procurar ajuda de um profissional.

A Dra.  Andrea ainda afirma que é muito importante salientar que o “autoexame” não substitui o exame de mamografia, que deve ser realizado anualmente após os 40 anos na população em geral.

A mamografia se diferencia do autoexame, pois detecta lesões antes que elas demonstrem sinais clínicos, tais como os nódulos palpáveis, retração da pele, saída de secreção pelo bico da mama, entre outros. O exame detecta lesões muito pequenas e sutis, tais como as microcalcificações, enquanto o autoexame detecta lesões maiores a ponto de se tornarem visíveis, e, portanto que já estão crescendo há algum tempo. Desta forma ele nunca deve substituir a mamografia e o exame clínico realizado por um profissional treinado.

PERIODICIDADE

 A Dra. Andrea afirma que a mamografia de base (que servirá de referência no futuro) deve ser feita, para a população em geral, entre 35 e 40 anos. E a partir dos 40 anos realizar um exame anualmente. Nas pacientes consideradas de alto risco, como por exemplo, que tiveram mãe ou irmãs com câncer de mama, devemos individualizar o seu rastreamento. É importante que seja orientada por um mastologista.

AVANÇOS

Nos últimos anos aprendemos que existem vários subtipos de tumores de mama e que eles se comportam de maneiras diferentes. Alguns mais agressivos, outros mais indolentes, com crescimento lento e baixo potencial de disseminação. Essa individualização dos tumores leva ao tratamento cada vez mais personalizado em toda a esfera multidisciplinar.

NÃO APENAS ELAS

A Dra. Andrea comenta que os homens também devem ficar atentos para alguma eventual alteração que venha a ter nas mamas. Por ser muito raro no sexo masculino (Um homem para cada 100 mulheres) não há necessidade realizar exames de rastreamento.

O CEONABC apoia o Outubro Rosa e é referência e a melhor rede de tratamento do ABC. Possui um atendimento feito de forma transparente e humanizada, sendo referência na luta do combate ao câncer!

Marque uma consulta para colocar os seus exames em dia. Não deixe de seguir o CEONABC também no Facebook e Instagram.

Você pode ver também:

CEONABC PARTICIPA DE TREINAMENTO EM PESQUISA CLÍNICA A Dra. Claudia Sette, atuante em Oncologia Clínica do CEONABC, marcou presença em treinamento de pesquisa clínica. O evento foi realizado nos dias 16 e 17 de agosto em Buenos Aires, na Argentina. As pesquisas clínicas consistem em testes com humanos...
Cuidados e prevenções contra o câncer Hoje é Dia Nacional da Campanha Educativa Contra o Câncer.  Você está se cuidando?   Nesta sexta-feira, 4 de agosto, é comemorado o Dia Nacional da Campanha Educativa Contra o Câncer. Informação nunca é demais e, nesse dia de conscientização, o mai...
PROTETOR SOLAR: SEU ALIADO CONTRA O CÂNCER DE PELE Você sabe por que usamos protetor solar? Seus avós te fizeram acreditar que não passa de uma moda nova, já que eles usavam óleo com urucum quando iam à praia? Na verdade, não é bem assim. As primeiras versões do protetor solar remontam ao Egito an...
Brasil é um dos líderes em câncer de cabeça e pescoço O câncer de cabeça e pescoço é um problema grave e atinge muitas pessoas ao redor do mundo. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), foram registrados mais de 15 mil novos casos de câncer na cavidade oral e cerca de 7 mil casos de ...
Compartilhe: